Ultrapassar este coiso é fundamental! Bye bye Álvaro! E também bye bye coelho, e bye bye coiso das abstenções violentas. Ultrapassemos o coiso!
Urtiga
Sensação epidérmica de corrosão. Todavia, efeito medicinal comprovado ao longo de séculos. E fins utilitários das fibras...
Sábado, 19 de Maio de 2012
Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
As origens da UGT e as ilhas caimão
A quem não sabe ou não se lembra, importa esclarecer que a UGT nasceu de um acordo, publicamente assumido, entre o PS, o PPD e o CDS para criar, por decisão completamente alheia ao mundo do trabalho, uma espécie de central sindical que pudesse ser usada contra a CGTP, se possível dividindo os trabalhadores e facilitando a cobertura pública dos ataques aos direitos das pessoas sob a capa de "acordos".
Estabelecer um acordo consigo própria, simulando fazê-lo com um terceiro, é essa a arte da direita de cada vez que está em posição de impor algum reforço da canalização da riqueza para o capital.
Desde o Torres Couto, primeira figurinha de proa desta "central", que se locupletou com verbas imensas do Fundo Social Europeu e que, apesar de pronunciado, nunca chegou a ser julgado porque a maçonaria fez que o processo se arrastasse até prescrever, que a UGT tem cumprido diligentemente o seu papel.
O sigilo bancário dos offshores não permite saber de quanto foi a transferência para o João Proença desta vez. Mas o dito "acordo" de 17 de Janeiro de 2012, de "concertação social", ficará para a história como o maior retrocesso dos direitos do homem em Portugal. Até um dia.
Estabelecer um acordo consigo própria, simulando fazê-lo com um terceiro, é essa a arte da direita de cada vez que está em posição de impor algum reforço da canalização da riqueza para o capital.
Desde o Torres Couto, primeira figurinha de proa desta "central", que se locupletou com verbas imensas do Fundo Social Europeu e que, apesar de pronunciado, nunca chegou a ser julgado porque a maçonaria fez que o processo se arrastasse até prescrever, que a UGT tem cumprido diligentemente o seu papel.
O sigilo bancário dos offshores não permite saber de quanto foi a transferência para o João Proença desta vez. Mas o dito "acordo" de 17 de Janeiro de 2012, de "concertação social", ficará para a história como o maior retrocesso dos direitos do homem em Portugal. Até um dia.
Etiquetas:
UGT; concertação social; ilhas caimão
Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012
O esbulho do Ensino Superior público
No Sol apareceu http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=38019. A este propósito, importa dizer que as universidades mais produtivas têm gerado receitas que mais nenhum setor da administração pública está em condições de gerar. Mas não podem prescindir delas porque a redução do financiamento público tem sido obscena. Ora, subtrair receitas destas às universidades é um contra senso quando se lhes está constantemente a dizer que têm que "fazer pela vida" e arranjar dinheiro para funcionar. Se fossem universidades privadas, dos amigos, tinham todas as facilidades, claro, sobretudo se fossem infiltradas por maçonaria e opus dei.
Mas se calhar assim é que está bem. Quanto mais incultos, ignorantes e incapazes forem, mais os portugueses se deixarão espezinhar. Um bom ensino superior público, desse ponto de vista, é uma chatice...
Mas se calhar assim é que está bem. Quanto mais incultos, ignorantes e incapazes forem, mais os portugueses se deixarão espezinhar. Um bom ensino superior público, desse ponto de vista, é uma chatice...
Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011
A propósito dos conselhos governamentais à emigração dos portugueses
Encontrei este post
http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.com/2011/12/carta-aberta-ao-senhor-primeiro.html
que me suscitou o seguinte comentário:
Estou muito preocupado com a evolução provável desta situação. Noto que há uma repugnância avassaladora de muitos cidadãos pelos tipos que estão no governo. Não auguro nada de pacífico por aí.
A coisa fica pior quando se constata que há outros cidadãos que, longe de sentirem a mesma repugnância, parecem até gostar da pestilência. A convivência destas duas realidades pode ser explosiva. Só não é importante se os segundos forem muito menos do que os primeiros. Ora aí é que está a minha preocupação. A ausência de olfato parece ser uma doença epidémica. E a coisa pode dar para o torto.
De resto, como tenho bom nariz, quero dizer à Myriam que tem toda a minha solidariedade e que a sobranceria que revela relativamente aos pestilentos é inteiramente justificada!
Mais tarde, perante a torrente de outros comentários ao mesmo post, re-comentei e resolvi deixar aqui esse testemunho:
Venho incomodar-vos de novo apenas para dar largas à minha alegria e fazer uma proposta. Afinal eu estava certo.Como dizia no meu comentário anterior, "há outros cidadãos que, longe de sentirem a mesma repugnância [pelos tipos que estão no governo], parecem até gostar da pestilência. (...) A ausência de olfato parece ser uma doença epidémica." Muitos comentários que aqui ficaram demonstram este meu vaticínio à saciedade. Se calhar, para evitar tumultos e confrontos, podíamos dividir o país em propriedade horizontal: criava-se um piso adicional para onde subiriam e viveriam os de falta de olfato, porque lá em cima se acumulariam os maus cheiros, por convecção. E elegiam só para eles o governo dos de pituitária pouco sensível. E podiam logo, para concretizar a austeridade, deixar de consumir desodorizante. Também, lá nas alturas não faz muita diferença o mau cheiro, dada a proximidade do senhor.
Fica a minha modesta contribuição para a paz social.
http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.com/2011/12/carta-aberta-ao-senhor-primeiro.html
que me suscitou o seguinte comentário:
Estou muito preocupado com a evolução provável desta situação. Noto que há uma repugnância avassaladora de muitos cidadãos pelos tipos que estão no governo. Não auguro nada de pacífico por aí.
A coisa fica pior quando se constata que há outros cidadãos que, longe de sentirem a mesma repugnância, parecem até gostar da pestilência. A convivência destas duas realidades pode ser explosiva. Só não é importante se os segundos forem muito menos do que os primeiros. Ora aí é que está a minha preocupação. A ausência de olfato parece ser uma doença epidémica. E a coisa pode dar para o torto.
De resto, como tenho bom nariz, quero dizer à Myriam que tem toda a minha solidariedade e que a sobranceria que revela relativamente aos pestilentos é inteiramente justificada!
Mais tarde, perante a torrente de outros comentários ao mesmo post, re-comentei e resolvi deixar aqui esse testemunho:
Venho incomodar-vos de novo apenas para dar largas à minha alegria e fazer uma proposta. Afinal eu estava certo.Como dizia no meu comentário anterior, "há outros cidadãos que, longe de sentirem a mesma repugnância [pelos tipos que estão no governo], parecem até gostar da pestilência. (...) A ausência de olfato parece ser uma doença epidémica." Muitos comentários que aqui ficaram demonstram este meu vaticínio à saciedade. Se calhar, para evitar tumultos e confrontos, podíamos dividir o país em propriedade horizontal: criava-se um piso adicional para onde subiriam e viveriam os de falta de olfato, porque lá em cima se acumulariam os maus cheiros, por convecção. E elegiam só para eles o governo dos de pituitária pouco sensível. E podiam logo, para concretizar a austeridade, deixar de consumir desodorizante. Também, lá nas alturas não faz muita diferença o mau cheiro, dada a proximidade do senhor.
Fica a minha modesta contribuição para a paz social.
Etiquetas:
mau cheiro; apagada e vil tristeza; revolta
Sábado, 17 de Dezembro de 2011
Teoria da conspiração?
Aqui há tempos, o PM Passos Coelho disse numa cerimónia pública: "Que regime avançado é este que só gera desemprego, precariedade, recibos verdes ou contratos a termo?"
Ora, por muito que isto tenha passado despercebido, é um passo mais, e muito mais claro, rumo à credibilização do fascismo friedmaniano.
Com a cumplicidade da distração ou da consciente omissão manipulatória da comunicaçao social, os poderes vão insidiosamente descredibilizando a democracia, fazendo o mal e a caramunha: criam as condições económicas e sociais para as pessoas acharem que a democracia não as ajuda em nada de relevante e depois culpam a própria democracia que desvirtuaram e subverteram. E, de passagem, vão fazendo lucros fabulosos. E ainda por cima são eleitos!
É o crime perfeito, com estratégia de médio e longo prazo para a eternização da exploração baseada na subjugação total. Depois digam que é teoria da conspiração!
Ora, por muito que isto tenha passado despercebido, é um passo mais, e muito mais claro, rumo à credibilização do fascismo friedmaniano.
Com a cumplicidade da distração ou da consciente omissão manipulatória da comunicaçao social, os poderes vão insidiosamente descredibilizando a democracia, fazendo o mal e a caramunha: criam as condições económicas e sociais para as pessoas acharem que a democracia não as ajuda em nada de relevante e depois culpam a própria democracia que desvirtuaram e subverteram. E, de passagem, vão fazendo lucros fabulosos. E ainda por cima são eleitos!
É o crime perfeito, com estratégia de médio e longo prazo para a eternização da exploração baseada na subjugação total. Depois digam que é teoria da conspiração!
Etiquetas:
fascismo; passos coelho; manipulação
Domingo, 11 de Dezembro de 2011
As nossas escusadas aflições
Há vários anos que o economista Carlos Carvalhas, por exemplo, vem chamando a atenção para estes factos. O artigo cujo link reproduzo, escrito com muita clareza, retoma este tema do roubo dos povos da Europa pela finança e talvez devesse ser distribuído sob a forma de panfletos por aviões sobrevoando a Europa. As redes sociais não são suficientes.
http://www.attacmadrid.org/?p=6047
http://www.attacmadrid.org/?p=6047
Etiquetas:
banksters; austeridade; crime; exploração
Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2011
1º de Dezembro - um governo antipatriótico?
É bom lembrar que os povos têm sido quase sempre oprimidos por oligarquias. E estas, em capitalismo, não assumem nenhum valor patriótico. A pátria delas é o dinheiro. A cultura, "coisa lenta", como a caracterizou Saramago, é um conjunto de valores intangíveis, não monetarizáveis. Tem valor na memória e nos hábitos coletivos. Uma oligarquia estrangeira é sempre pior do que uma nacional porque é mais difícil desmascarar-lhe o desprezo pela cultura, exatamente porque não é nacional. Uma oligarquia nacional é sempre mais fácil de anatemizar por desrespeito aos valores do povo e da pátria. Por isso uma oligarquia estrangeira é, também, mais facilmente odiada.
O facto de os que tomaram o poder em 1640 não deixarem de ser oligarcas não retira a natural satisfação pelo fim da oligarquia estrangeira. O qual merece ser celebrado.
Mesmo que dizê-lo seja um cliché, a atual oligarquia no governo é tão má como o Miguel de Vasconcelos - aceita a venda da nação ao estrangeiro por dez reis de mel coado e ainda por cima procura apagar-lhe da memória o orgulho patriótico.
O facto de os que tomaram o poder em 1640 não deixarem de ser oligarcas não retira a natural satisfação pelo fim da oligarquia estrangeira. O qual merece ser celebrado.
Mesmo que dizê-lo seja um cliché, a atual oligarquia no governo é tão má como o Miguel de Vasconcelos - aceita a venda da nação ao estrangeiro por dez reis de mel coado e ainda por cima procura apagar-lhe da memória o orgulho patriótico.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
